Dica Do Tuguinho

Nunca brinques com o coração de uma mulher. Brinca com os peitos dela. É muito mais gostoso e divertido. Acredita!

- Tuguinho

Bruna-Real-Playboy

Já devem ter visto esta noticia por todo o lado, a professora Bruna de 25 anos posou para a revista Playboy e foi então expulsa da escola por isso. Podem ver a noticia completa no TVI 24.

Depois disso muitas pessoas quiseram proteger essa professora e criaram grupos de apoio no facebook para que ela possa ter o emprego de volta, etc. O grupo já tem mais de 52.000 membros, a caminho do 53 mil!

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O que tens a dizer sobre isto? Achas que foi bem terem-na despedido?

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Sou o criador do LibertyTuga e também um rapazinho de 24 anos, iniciante em web-development e web-design. Podes me seguir no Twitter ou entrar em contacto comigo no msn ou por email.

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9 Comentários

  1. 18 de Maio de 2010 ás 15:21

    Até que não é má a professora! 😛 😆

  2. 18 de Maio de 2010 ás 20:29

    Corrige o “pousou”! Escreve-se posou!

  3. 18 de Maio de 2010 ás 20:32

    @Nuno: Obrigado! 😀

  4. 18 de Maio de 2010 ás 20:45

    Como já disse o Bruno Nogueria, dá vontade de chamar o cão 😛

  5. 18 de Maio de 2010 ás 21:59

    Não foi expulsa da escola. Ficou na secretaria.

  6. 18 de Maio de 2010 ás 22:01

    … e já tens babe da semana 😛

  7. 18 de Maio de 2010 ás 22:09

    @Varsal Jr.: Pelo que li… ela foi suspensa de actividade docente, ficou foi a trabalhar na secretaria da camara

  8. 18 de Maio de 2010 ás 23:38

    @Filipe Brígida: yup, foi isso.

  9. Marta Lopes
    16 de Outubro de 2010 ás 12:49

    No homem, a incompetência para lidar com o afeto e a ternura aparece sob a forma de abuso de poder, de autoritarismo e de certo prazer camuflado em ver a mulher sofrer. Essa incapacidade amorosa de alguns homens tem várias razões. A primeira delas remonta à relação que o homem teve na infância na sua primeira experiência com mulher: com a mãe. Ou foram muito protegidos pelas mães e não aprenderam que o outro existe com necessidades afetivas também. Por isso querem receber sempre toda a atenção da mulher sem nenhuma reciprocidade. E quanto mais a mulher se anula para atendê-los, mais satisfeitos se sentem. Seu nível de exigência é sem limite e a mulher à sua volta se sente constantemente em falta, com culpa, com a incumbência de fazê-los felizes, o que é impossível por dois motivos: primeiro porque ninguém faz ninguém feliz e segundo porque eles são insaciáveis.
    Ou então não foram amados pelas mães e nem sabem o que é amar. O apego que as mulheres desenvolvem é acompanhado de uma raiva reprimida à figura feminina, traduzida nas formas de relacionamento tão denunciadas pelas mulheres: frieza, críticas, impaciência, irritação, ar de superioridade e o famoso jogo do desprezo, do abandono e do ciúme. No fundo, eles maltratam as mulheres por medo da rejeição. Fazem questão de sentir superiores, tendo sempre razão. As brigas constantes não têm por objetivo resolver os problemas, mas destruir a figura feminina, culpando-a pelo fracasso do relacionamento.
    Os homens que amam de menos terão dificuldade em qualquer namoro ou casamento que venham a ter porque sua incapacidade de amar é o verdadeiro problema. Conhecemos bem o deficiente físico ou o deficiente intelectual e não prestamos atenção aos deficientes afetivos. Se para andar precisamos das pernas e da competência motora, para nos relacionar bem precisamos da competência amorosa. Há pessoas que não sabem ou não conseguem amar. Sofrem e produzem sofrimento em quem delas se aproxima ou com elas convive. O medo do abandono, da rejeição e da traição de serem magoados coloca os homens que amam de menos numa posição de defesa com relação a suas parceiras. Em casos extremos, são capazes de agredir fisicamente a até matar suas mulheres.
    Quando descobrimos que a única solução para sermos felizes é o amor, quando percebemos nossa dificuldade de amar, estaremos entrando na senda da felicidade. Sem amor nos enredamos pela teia da competição e hostilidade com o outro, gerando em nós e em nossos relacionamentos um profundo vazio, tédio e depressão.”
    Antônio Roberto

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